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Quinta-feira, 30 de Abril 2026

Notícias/Saúde

Hospital Moinhos de Vento realiza procedimento de alta complexidade no RS para tratamento de colangiocarcinoma

Hospital Moinhos de Vento realiza procedimento de alta complexidade no RS para tratamento de colangiocarcinoma

Hospital Moinhos de Vento realiza procedimento de alta complexidade no RS para tratamento de colangiocarcinoma
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Equipe multidisciplinar da Instituição promoveu radioembolização hepática com microesferas de Ítrio-90 em paciente com colangiocarcinoma

O Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre (RS), realizou um procedimento de alta complexidade para o tratamento de um colangiocarcinoma – um tipo raro e agressivo de tumor que se desenvolve nas células dos ductos biliares. A técnica utilizada foi a radioembolização hepática com microesferas de Ítrio-90. 

Segundo Gabriel Grossman, chefe do Serviço de Medicina Nuclear do Moinhos de Vento, ela é indicada quando a cirurgia não é uma alternativa viável e não há possibilidade de ressecção cirúrgica do tumor. "Trata-se de uma radioembolização intra-arterial seletiva que entrega radiação diretamente nas células doentes, com maior precisão e menor impacto aos tecidos saudáveis. O objetivo é reduzir o volume tumoral, aliviar sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente", explica.

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Como funciona o procedimento

No dia 26 de fevereiro, a equipe do hospital realizou a radioembolização em uma paciente com colangiocarcinoma.  A aplicação foi feita pelo radiologista intervencionista Leandro Scaffaro, que administrou as microesferas carregadas com Ítrio-90 diretamente na lesão tumoral por meio de uma injeção intra-arterial. As microesferas liberam radiação localmente, destruindo as células cancerígenas e reduzindo o tamanho do tumor. 

  1. Avaliação da elegibilidade – O paciente passa por exames de imagem para determinar se o tratamento pode ser realizado com segurança. Um radiofármaco, o macroagregado de albumina, é injetado para verificar a presença de um fenômeno chamado "shunt" – um desvio da substância no organismo. Se mais de 20% do radiofármaco alcançar os pulmões, o tratamento é contraindicado, pois isso indicaria um risco de depósito excessivo das microesferas fora do tumor.

  2. Realização do procedimento – A equipe multidisciplinar, composta por físicos-médicos, radiologistas e médicos nucleares, calcula o volume do tumor, prepara e administra as microesferas com Ítrio-90. A aplicação ocorre na sala de Hemodinâmica, onde os radiologistas intervencionistas canulam as artérias hepáticas para liberar as microesferas no local exato do tumor. No dia seguinte, um exame PET-CT é realizado para localizar o depósito das microesferas.

O tratamento envolve uma abordagem multidisciplinar, com especialistas de diversas áreas avaliando cada caso para garantir a melhor conduta terapêutica. A paciente submetida ao procedimento evolui bem e segue em acompanhamento clínico.

FONTE/CRÉDITOS: Hospital Moinhos de Vento
Redação

Publicado por:

Redação

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