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Sábado, 02 de Maio 2026

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Gesto simples pedindo socorro pode ajudar a salvar mulheres vítimas de violência doméstica

Gesto simples pedindo socorro pode ajudar a salvar mulheres vítimas de violência doméstica

Gesto simples pedindo socorro pode ajudar a salvar mulheres vítimas de violência doméstica
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Uma sinalização discreta pode ser suficiente para salvar a vida de uma mulher. Com esse objetivo, a organização não-governamental Canadian Women's Foundation desenvolveu o #SignalforHelp (Sinal por ajuda). Criada por uma agência de publicidade durante a pandemia de covid-19, a ação chamou atenção para o aumento dos casos de violência doméstica e ofereceu mais uma ferramenta de proteção às mulheres.

O gesto ganhou popularidade nas redes sociais e passou a ser usado mundialmente após a campanha. Desde então, já ajudou a salvar a vida de diversas mulheres que conseguiram, de forma silenciosa, pedir ajuda a pessoas próximas em momentos de risco.

A sinalização é feita em três etapas: primeiro, a vítima mostra a palma da mão aberta voltada para fora; em seguida, dobra o polegar para dentro da mão; e, por fim, fecha os outros dedos sobre o polegar, simbolizando a sensação de estar presa ou confinada. O gesto deve ser direcionado à pessoa a quem se pede ajuda, de forma discreta e segura.

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O tema também foi abordado pelas redes sociais do governo do Estado.

Para denunciar ou pedir ajuda em casos de violência doméstica, basta ligar para a Brigada Militar, no telefone 190, ou no Disque Denúncia da Polícia Civil, no 181.

A Secretaria de Comunicação (Secom), em parceria com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), lançou um vídeo educativo que ensina a identificar mulheres em situação de violência doméstica por meio de um gesto simples e discreto.

O material traz simulações em que vítimas conseguem sinalizar a necessidade de ajuda para pessoas próximas. Também participam do vídeo a delegada Tatiana Bastos, diretora do Departamento Estadual de Proteção a Grupos Vulneráveis da Polícia Civil do Rio Grande do Sul (DEPGV/PCRS), e a soldado Tamara Marega Moiano, que explicam o procedimento e sua importância.

Rede de proteção às mulheres

O Rio Grande do Sul está virando a chave no combate aos feminicídios e à violência doméstica. Uma série de medidas passaram a ser adotadas para reduzir os indicadores e encarar um problema que afeta muitas mulheres.

Medida Protetiva de Urgência

Em abril deste ano foi lançada a Medida Protetiva de Urgência (MPU) on-line, possibilitando às vítimas o registro da ocorrência e a requisição da medida protetiva de urgência pelo celular ou computador. Desde o lançamento, foram solicitadas 3.008 MPUs on-line.

Novas Delegacias da Mulher e Salas das Margaridas

Novas Delegacias da Mulher (Deams) foram criadas e houve aumento no efetivo responsável pelo combate a este tipo de crime, além da implantação de terminais de autoatendimento e melhorias na triagem, reduzindo o tempo médio de espera. Também foram inauguradas mais Salas das Margaridas, espaços destinados ao suporte de mulheres vítimas de violência.

  • Estado inaugura em Gramado a 82ª Sala das Margaridas
  • Governo inaugura nova sede do Centro de Referência da Mulher em Porto Alegre

Patrulhas Maria da Penha

Desde 2012, as Patrulhas Maria da Penha, da Brigada Militar, fiscalizam se as MPUs estão sendo cumpridas e verificam a situação familiar das mulheres atendidas. De janeiro a julho de 2025, a BM incluiu 19.020 vítimas de violência no programa, realizando 40.753 visitas e 291 palestras preventivas e informativas, e efetuando 134 prisões por descumprimento de medida protetiva.Monitoramento de agressores

 

O governo adotou o Programa de Monitoramento do Agressor, em que é possível acompanhar em tempo real a movimentação de agressores e vítimas, evitando uma aproximação entre eles. O agressor recebe uma tornozeleira eletrônica, enquanto a vítima possui um smartphone com aplicativo de alerta e rastreamento.

  • Estado dá início à implantação do monitoramento de agressores de mulheres por tornozeleiras eletrônicas
  • Polícia Civil e Brigada Militar instalam primeira tornozeleira eletrônica do projeto Monitoramento do Agressor

Os equipamentos operam de forma integrada, caso o agressor se aproxime da vítima, alertas automáticos são acionados, permitindo resposta imediata por parte das autoridades competentes. Atualmente, o sistema contabiliza 498 monitorados e 485 vítimas conectadas pelo celular, garantindo proteção em tempo real. Desta forma, o Estado fortalece uma rede de proteção que combina tecnologia, agilidade e resposta integrada do sistema de justiça e segurança pública.

FONTE/CRÉDITOS: Estado RS
Redação

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